Roteirista e produtor formado pelas Oficinas Kinoforum (2009) e Instituto Criar (2011) , com licenciatura em Artes Visuais (2018).
Lico Cardoso.
@lico-cardoso
Roteirista e produtor formado pelas Oficinas Kinoforum (2009) e Instituto Criar (2011) , com licenciatura em Artes Visuais (2018). Desenvolve sua escrita a partir de processos coletivos no extremo leste de São Paulo, onde integra os coletivos Lentes Periféricas e Núcleo AOTA. Transita entre documentários e ficções investigando as relações entre território, memória, cultura popular e religiosidades afro-brasileiras. Assina o roteiro dos longas documentais Cine Campinho (2014) e Que os Olhos Ruínas Não Te Enxerguem (2019), vencedor do Troféu Elke Maravilha, além dos curtas Cartas Filmadas, Enveredo, TRANSacralidade, Iná - A Casa de Oxumarê e da animação Normalidade. Atualmente desenvolve o longa de ficção Porta e O Premiado e a série documental A Educação nas Cidades.
Trigêmeos atravessam o interior de São Paulo em veículos elétricos precários para levar as cinzas dos pais até o Santuário de Aparecida. A promessa é uma só, mas a lembrança dos pais nunca será a mesma para os três.
É noite de carnaval. Um adolescente aguarda o nascimento do filho numa sala de espera de hospital público, onde nenhum adulto parece saber exatamente como existir.
Depois de perder seu espaço de brincar para as máquinas dos adultos, uma menina encontra uma garagem abandonada onde objetos esquecidos despertam, transformando memória e imaginação em abrigo.
Ao celebrar seus dez anos, o coletivo Raízes do Baobá revisita as sementes de sua trajetória para investigar como a comunidade ajudou a cultivar novas formas de existir que seguem florescendo.
Na sociedade atual, existe uma concepção preconcebida de masculinidade que se aplica a todos os homens, mas como essa ideia se manifesta quando se trata de homens negros no Brasil?