Roteirista-diretor negro brasileiro (38). Formação: Psicologia (UNESP) + Audiovisual (USP). Dirigiu Nascida Para Matar (2018) que lhe rendeu indicação a Diretor Revelação no 26° Festival Internacional de Curtas Metragens de SP. Roteirizou e dirigiu Alforria Social Beat (2020), vencedor no Prêmio Estímulo ProAC 2018. Proposta de brasilidade contra-hegemônica no terror e sci-fi contemporâneo trabalhando os temas: consequências da ignorância da sombra humana, moralidade cinza e construção de mitos.
Ignorando as regras implícitas de um ritual urbano, um jovem invoca a lenda das "Natashas de Balaclava" em um matagal escuro, sem saber que seu desejo carnal será brutalmente extraído por um círculo de assassinas mascaradas.
Em meio à uma separação após 28 anos de casamento, um casal de idosos e seu neto de oito anos encontram um breve e afetuoso refúgio de cumplicidade ao redor da mesa, saboreando um prato tradicional africano na calorosa Salvador dos anos 90.
Em um mundo duplicado em que espíritos assistem seus corpos de um outro plano, um espírito moralista se assume como invejoso, não comprometido com evolução espiritual, trazendo um rumo inesperado para sua própria vida.
Em uma São Paulo distópica, um casal luta para manter sua humanidade, emoções e memória de um modo de vida tido como obsoleto, anterior ao governo das sombras.
Em São Paulo, uma russa de balaclava construiu sua própria lenda. Onde tem festa, dezenas aparecem caracterizadas mas ninguém sabe se ela é real. O fanatismo em torno do meme-lenda acoberta os corpos e assassinatos que vão acontecendo.